A quem se compadecer - esperando desde abril/2004, Ele era um cachorro tão bonito. Pêlo lustroso, macio, brincalhão, tudo o que a família queria para seu divertimento.

De sua parte, ele parecia compreender sua missão: ser protetor, companheiro, fiel, carinhoso. Tudo isso ele foi, mas, os anos passaram e ele foi ficando velho, e a família, tinha agora outras necessidades. Aquele pobre cachorro pastor alemão que tantas alegrias dera àquela família, agora não servia mais, aliás, estava isso sim, atrapalhando os novos planos, iriam se mudar para um apartamento. O que fazer com aquele cão que se tornara um estorvo? A decisão foi prática e simples: jogá-lo na rua, alguém iria ter pena, provavelmente cuidariam dele, ou então, coitado, a carrocinha iria recolhê-lo, fazer o quê?

Este cão cruzou o caminho do meu tio Antônio, que, realmente se condoeu de ver um animal velho abandonado, cheio de coceiras e ainda com fome. Pior de tudo é que ele é grande, tem um imenso corpo, que suporta o sofrimento mais tempo, e que, devido ao seu porte e idade não é atraente para as pessoas.

Meu tio cuidou dele, arrumou autorização do dono de uma casa vazia, à venda, para que ele ficasse lá. Entretanto, meu tio não tem condição de manter um animal tão grande e, apesar da ajuda de outras pessoas para alimentá-lo, o compromisso fica com ele, e além disso, o dono da casa está demonstrando insatisfação com a permanência do bicho.

Por favor, peço a vocês que estão lendo agora, que repassem esta mensagem para sua lista de amigos, pois, quem, sabe dentre eles, alguém que tenha espaço em sua casa ou chácara e também no coração, e, possa definitivamente ficar com esse animal, pois, meu tio está adoentado e não sabemos de ninguém que pudesse ficar com o cão.

Se puder, ajude-nos a encontrar um lar amoroso para um animal tristonho, que já sofreu tanto abandono em sua vida.

Muito grata,

Cecília
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